Doenças pulmonares obstrutivas crônicas

Doenças pulmonares obstrutivas crônicas

As doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC) representam um grande desafio para a saúde pública, tanto para a prevenção quanto ao tratamento.  A DPOC tem como principal característica uma resposta inflamatória exacerbada e prolongada no trato respiratório, o que promove uma limitação para a saída e entrada de ar nos pulmões.

Esta limitação do volume de ar representa um quadro bastante perigoso, caso não haja acompanhamento terapêutico adequado, visto que poderá haver uma redução do oxigênio no sangue, sendo somada a liberação de agentes inflamatórios por todo o corpo.  Alguns fatores podem contribuir para o risco da instalação dessas doenças como o fumo e exposição constante a partículas e gases nocivos.

A principal queixa do indivíduo com DPOC é a falta de ar ou sensação de fadiga durante a realização de atividades, a qual pode ocorrer durante exercícios mais vigorosos ou até mesmo em ações rotineiras, como no trabalho ou atividades domésticas. Outros sintomas também poderão estar associados, como por exemplo:

  • Dores torácicas;
  • Tosse;
  • Pigarro;
  • Fraqueza muscular;
  • Piora na qualidade do sono;
  • Piora na capacidade de raciocínio;
  • Depressão;

O tratamento osteopático é uma importante ferramenta para o tratamento da DPOC, contribuindo para a redução de sintomas, promovendo um maior deslocamento de volume de ar para os pulmões, equilíbrio do tônus muscular respiratório, maior mobilidade da caixa torácica e regulação da atividade nervosa.

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